7.7.09

Sinais dos tempos: http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1390667&idCanal=11

22.6.09

Novas famílias

Gosto da música deste novo "spot" da Renault (a passar já na nossa TV). O conceito de novas famílias é que deixa a desejar...passado assim com tanta felicidade à mistura...

31.5.09

Está nas nossas mãos contribuir para que "Deus" não desapareça por completo do vocabulário, com as novas gerações que aparentemente poucas referências têm d'Ele.
Faço questão de utilizar, sempre que posso, pequenas referências a Deus, nas conversas diárias com os outros. Do género: "está tudo bem, graças a Deus"; "há que ter fé"; "só nos resta pedir a Deus..."; "God bless you", etc etc.
A geração anterior, embora muitas vezes por religiosidade, deixou-nos muitas expressões de referência a Deus. Podem significar pouco, mas um povo que erradica por completo Deus do seu vocabulário, estará concerteza ainda mais longe d'Ele.

21.5.09

via canto, partilho este inquietante vídeo... façam-me a vontade de o ver até ao fim! Tnks

11.5.09

pieguices

Tenho a mania de orar intimamente por tudo e por nada... nas circunstâncias mais banais, dou comigo a falar com Deus, coisas do género: "meu Deus, estou tão pouco preparada para esta apresentação, era tão bom que a reunião x fosse cancelada"... e, são tantas as vezes que se concretiza, principalmente nas situações mais "sentidas", que já dúvido se será coincidência...

Sim porque, o sentimento seguinte é pensar que Deus não vai perder tempo com estes meus desabafos de circunstância...

Hoje, vinha extremamente cansada do trabalho e lembrei-me que não tinha o telemóvel para ligar para casa quando chegasse, para me abrirem com o comando (do 2º andar), a porta da garagem. Isto implica que estacione o carro, suba a casa buscar as chaves e o comando, ir buscar novamente o carro e estacionar. Parece simples, mas acreditem que há hora que chego é um verdadeiro sacrifício...e nunca apanho ninguém a entrar...é hora do jantar...

E então lá vai mais um desabafo cá dentro: "ó Senhor Jesus...era tão bom que alguém chegasse primeiro do que eu...para me abrir a porta..."

E bem, assim que surjo de virar a esquina do prédio, vejo um carro estacionado, que assim que me aproximo sai do lugar onde estava estacionado e para meu espanto, coloca-se à minha frente, para entrar na garagem... foi estranho, não percebi porque esteve estacionado num lugar de rua marcado, para depois entrar na garagem...

É coincidência? ...eu prefiro a ideia de que o meu Deus está sempre comigo, disponivel para as grandes e para as pequenas questões...porque não?

26.4.09

ANSIOSOS?

Falou-se hoje na classe dos adultos da Escola Dominical, de um sentimento muito actual:

a ansiedade.

Que "a ansiedade está para a alegria, como o aspirador está para o lixo". Achei esta comparação curiosa.

De facto, hoje em dia, é extremamente difícil viver um dia sem algum "stress" ou alguma ansiedade. E há que estar atento para que a nossa alegria não seja "devorada" por esses momentos de tensão.

Também se reflectiu sobre a ligação que a ansiedade pode ter com a fé...nenhuma. A ansiedade existe quando não há fé.

E para rematar:

I Pedro 5:6,7 - Humilhai-vos, portanto, sob a poderosa mão de Deus, (...) Lançando sobre Ele toda a vossa ansiedade, porque Ele tem cuidado de vós.

25.4.09

Enquanto aguardava por uma reunião, observava da janela, da sala de um 12º andar, as pessoas que circulavam lá em baixo, pequeninas. Todas iguais, vistas de cima. Apenas pontos dinâmicos.

Aos pés de enormes edífícios, de um ponto alto de Lisboa, as pessoas tão pequeninas.

Perguntei-me porque terá Deus criado o homem tão minúsculo, com uma dimensão interior tão gigantesca?

E o que faz de nós, de cada indivíduo tão pequenino visto do alto, um ser especial tão importante para Deus?

19.4.09

Há Poder

Foi com esta letra que cantei esta Páscoa o famoso "In the name of the Lord", não com a mesma "eloquência" na voz, muito longe até, mas com a mesma segurança da certeza de que HÁ Poder No Nome de Jesus!":

I

"Vieram muitos para O ver

Homem simples carpinteiro

Num lugar humilde nasceu,

Sem riqueza ou explendor

Ninguém o quiz receber

Água em vinho transformou,

Cegos, coxos, curou

Deu vida aos mortos, demónios expulsou

E Jesus hoje reina em Poder

Refrão

Há Poder no nome de Deus

Há Poder no nome de Deus

Há Poder no nome de Deus

Bendito seja aquele que vem em Seu Nome

II

Ali mataram meu Jesus

Fel lhe deram a beber

No seu rosto cuspiram

Numa cruz o pregaram

Em sofrimento Expirou

O véu do templo se rasgou

E toda a terra tremeu

A morte ELE Venceu!

E em Glória ao seu subiu

E Jesus hoje, Ele reina em Poder!

30.3.09

Lição

Às vezes temos que dar a impressão que cedemos (no acessório), para que nos ouçam no essencial. É tudo uma questão de "tacto"...

24.3.09

Aprender o que pensamos que sabemos

Na minha igreja todos os anos se realiza um retiro de casais, com um orador diferente de ano para ano. Gostei em particular do deste ano. Estes retiros para além da componente espiritual, são um verdadeiro serviço "público". Este ano ouvimos conselhos sobre a educação dos filhos. Uma regra curiosa bastante falada foi esta: "nunca pôr em causa a autoridade de um professor perante os nossos filhos". De facto, a nossa sociedade tem banalizado a figura de quem transmite o saber.
Este versículo resume os cuidados que temos que ter com os filhos: boa alimentação, bom ensino e boa formação.

28.2.09

Ingenuamente nas mãos d'Ele

Todos os dias conheço novas pessoas. Faz parte do meu emprego. Fiquei entristecida um dia destes porque tinha que dar a notícia a um miúdo de nacionalidade brasileira, super educado, que o não podia contratar, porque não estava legalizado. Quando lhe dei a notícia, respondeu-me com um sorriso na boca: "não se preocupe, tudo se vai resolver. Há alguém que vai cuidar de mim (e olhou para cima)". A atitude dele tocou-me. Uma mansidão inédita, face a tantos casos.
Desde esse dia não descansei, sem explorar até à exaustão todos os contactos. O que é que eu podia fazer para o ajudar? Um dia fomos os dois ao SEF. Enchi-me de coragem e perguntei-lhe, se era crente? Era crente. Antes de entrarmos, fomos ao café e ali fizemos os dois uma oração.
Nesse dia uma catadupa de milagres resolveram a situação. Foi contratado e está em vias de ser legalizado. Mais tarde confessou-me que na igreja todos oravam para que Deus pusesse um crente no caminho. Fiquei constrangida por saber que Ele estava nisto tudo.
Amo-te Deus.

5.2.09

Electrónica de Sangue

Não tinha conhecimento do que é o Coltan.

Trata-se de um dos metais indispensáveis à era digital e é extraído das minas congolesas em condições inumanas. Os lucros são brutalmente superiores à exploração dos diamantes negros, (boicotados a nivel mundial) e caem nas mãos dos rebeldes da guerra... é chamado o novo Ouro Azul.
Vi hoje esta impressionante reportagem, com Fernando Nobre e arrepiei-me. São 15 minutos:

21.1.09

Maternidade Protestante

Não é novidade para ninguém, de que o meio Evangélico tem sido verdadeira "maternidade" de talentos musicais pelo mundo fora, muito em especial nos EUA (Jonas Brothers, Britney, Amy Grant, Whitney, Elvis, , etc etc). À semelhança, também por cá, cada vez mais "meninos" que são ou já foram de "coro" protestante, começam a dar nas vistas... fruto de algum "desanuvio" religioso?
Entre outros destaco:
  • Os recém lançados e já famosos "Pontos Negros";
  • Os Kyrius (na banda sonora da "Flor do Mar" da TVI);
  • Os vencedores do 13º Festival de Musica Moderna de Palmela, os HBM;
  • Outros mais "estreados": Sara Tavares; Ruben Alves; Pedro Duarte (maestro da orquestra que acompanha o Herman); Os Shoute muitos outros menos conhecidos, mas não menos talentosos.

O risco: as "luzes" dos holofotes. Contenham-se na simplicidade de espírito em que cresceram e GBY!

17.1.09

Impressionante

Não sei qual é a fonte, mas via Planalto, encontrei esta impressionante informação.

3.1.09

Família Luís da Aldeia das Dez...um exemplo...

Reportagem especial repetida hoje na SIC Notícias.

26.12.08

Jonas Brothers

Era bom que estes miúdos se não estragassem... (http://blitz.aeiou.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=bz.stories/37707)... têm um caminho difícil pela frente.

22.11.08

O URSO NA CASA AZUL

O que eu gosto deste Urso.

16.11.08

Comércio tradicional

Já em tempos falei aqui na minha simpatia pelas compras na praça em vez de nos hipermercados: poupo mais tempo, canso-me menos, gasto menos dinheiro, compro melhor e apenas o que preciso! E a família gosta de todo aquele ambiente de Sábado de manhã.
Ontem fui surpreendida pelo rapaz do talho das imediações. Comprei hamburgueres e almôndegas já preparadas. Decidiu, para minha surpresa, cobrar apenas os hamburgueres. Surpreendida avisei-o que "o tempo não está para generosidades", ao que me respondeu: "pois não! Mas olhe, parece que quanto mais dou, mais tenho!"
Respondi-lhe que disso não tinha dúvidas...Nos dias de hoje são pouco vulgares atitudes como estas e não julgo que fosse crente...
De uma coisa estou certa, os hipermercados cortam com estas iniciativas de relação humana...as pessoas que nos atendem, são autênticos "robots", sem qualquer poder de tratamento com diferenciação.
Um bom resto de Domingo!

15.11.08

Bloglines

Esta foi a melhor ferramenta que inventaram para não perder o rasto a "bloggers" que como eu, não são lineares na frequência com que escrevem... http://www.bloglines.com

9.11.08

Hoje trago o refrão do hino cantado esta manhã no culto:

Conta as bençãos, conta quantas são

recebidas da divina mão

Uma a uma, di-las de uma vez

Hás-de ver surpreso quanto Deus já fez!

24.10.08

Vítimas ou heróis?

Tive a oportunidade de participar num interessante congresso sobre Alta Performance (recursos humanos), onde participaram oradores de renome internacional.
x
Numa das exposições falava-se da nossa natural tendência para a vitimização ou para a desculpabilização. Deu-se o exemplo das crianças que quando fazem alguma coisa, fogem à resposta na primeira pessoa. Exemplo: "O que é que aconteceu ao teu carro? Resposta: "Partiu-se...", em vez de: "Eu parti-o". O orador gracejou com a ideia, de que estávamos perante um brinquedo suicida, que se partiu sózinho. x
Existe um certo conforto, na passagem da responsabilidade para um campo abstracto, fugindo-se à primeira pessoa. Por exemplo, será mais fácil dizer-se: "Isto é difícil!", do que se dizer: "Eu não sou capaz!"... ou quando perdemos um documento, dizer-se:"não encontro, perdeu-se", como se o documento tivesse a capacidade de se perder. x
Depois temos outros exemplos, como desculpabilizarmos os nossos atrasos com o "trânsito", etc. parecendo que somos vítimas de acontecimentos que nos controlam e sobre os quais não temos qualquer poder.
x
Focou-se a importância da nossa atitude face aos acontecimentos. Nós temos o poder de controlar determinadas circunstâncias, mas na verdade grande parte do nosso tempo, vivemos ao sabor de contingências sem lhes fazer frente, de forma racional e pragmática. O passo seguinte é a "vitimização" ou a desresponsabilização: "aconteceu, não tive a culpa".
x Na verdade, a nossa vida é condicionada por duas variáveis muito distintas: os acontecimentos que não controlamos e as acções que decorrem de nós próprios para controlar os acontecimentos.
x
Um bom exemplo dado, foi o da maçã que deixamos propositadamente cair da mão. Se nos perguntarmos porque é que caiu, encontramos apenas duas respostas (as duas variáveis): por causa da gravidade (um facto), mas também porque abrimos a mão (segundo facto). Isto é, a gravidade, a força que não controlamos sempre esteve lá, mas com a nossa mão, temos o poder de não a deixar intervir (ilustração de um dos oradores).
x Isto para explicar que, no mundo, temos pessoas que enfrentam os factos e que os contornam com racionalidade, de modo a exercer poder e controlo sobre eles (e estes são os que fazem o mundo avançar) e pessoas que se deixam controlar pelos acontecimentos, reagindo na qualidade de vítimas do mundo (os que pouco contribuem para a evolução de qualquer coisa).
x
Aplicando esta reflexão à nossa vida espiritual, o arrependimento e a decisão para Deus, virá de alguém que age por si mesmo, que não se conforma com a condição de que nasce e morre, para um propósito que desconhece. Alguém que se decide para Deus, resigna-se à sua condição de perdido, admite-se como tal, assume as suas responsabilidades e passa a ter o controlo sobre o pecado, através do Espírito Santo que aceitou que passasse a habitar na sua alma.
x Concluindo, não estive nada mais nada menos, do que a ouvir dissertar acerca da nossa condição "Adâmica": "a culpa é sempre da serpente"...

19.10.08

O importantíssimo trabalho de evangelização

Os meus dois posts anteriores iniciaram com uma preocupação minha: x
X "Será que dar testemunho com a minha vida, para que outros vejam a diferença é suficiente para cumprir o trabalho de evangelização que Jesus quer que cada um de nós faça?" x
X Como é que Jesus deseja que trabalhemos neste campo, perguntava-me a mim própria? Será que nos dias de hoje, faz sentido andar a bater de porta em porta, quando a confusão denominacional é tão grande? x
X Tenho chegado a algumas conclusões mas essencialmente a estas:
  1. Mais do que preocupada em ir à igreja todos os Domingos, o serviço de evangelização devia ser minha prioridade. E não tem sido...
  2. Temos que ser proactivos na evangelização aos outros. Não chega sermos perfeitinhos e ficar à espera que os outros nos perguntem quem somos. Até hoje, não tenho tido grande sucesso com esta postura... as pessoas comentam a minha forma de estar, falo-lhes na minha igreja...mas em termos de resultados são quase nulos;
  3. Deus diz "Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda a criatura...", isto implica um trabalho constante, implica planeamento, dedicação à causa. Tenho que trabalhar mais nesse sentido.
  4. Sem amor, a evangelização não funciona. E neste caso o amor não é nada mais do que colocarmo-nos REALMENTE no lugar do outro que nos está a ouvir. A vontade de evangelizar o outro surge do nosso amor pelo próximo. A evangelização com VERDADEIRO amor de Deus, marca a diferença e quebra a confusão.
  5. Fazer acepção de pessoas, no sentido positivo. Isto é, ir ter principalmente com os mais carenciados, com aqueles que precisam realmente de algum tipo de ajuda. Ir ter com a prostituta, com os enfermos, com os pobres, com os oprimidos, com os ladrões, etc., etc. estes devem ser a nossa prioridade...foram o principal alvo de Jesus.
  6. Devemos ser homens guiados pelo Espírito Santo no trabalho de evangelização, para que seja bem sucedido. E isso implica entrega, dedicação e muita, muita oração.
  7. E foi este versículo que me ilucidou finalmente: "Coríntios 9:22 Fiz-me como fraco para os fracos, para ganhar os fracos. Fiz-me tudo para todos, para por todos os meios chegar a salvar alguns." Na bíblia de facto, encontramos os mais diversos métodos de evangelização e foi assim que Jesus actuou, adaptava-se ao seu "público" alvo e às circunstâncias, com o propósito último de levar a mensagem, fosse de que maneira fosse, garantindo em primeiro lugar uma vivência irrepreensível. x
  • Temos mesmo que ser criativos e encontrar métodos eficazes, que funcionem e estudar a aplicabilidade de cada um... Se no passado o andar de porta em porta funcionou, provavelmente hoje existem outros que funcionarão melhor... no fundo, julgo que não chegará evangelizar por evangelizar. Temos também que nos preocupar com os resultados...estamos a conquistar almas para Jesus? Esta deve ser a principal orientação, quando escolhermos o nosso método de evangelização...

10.10.08

continuação...

"Mostrando e vivendo amor, perdão e graça." diz a Vilma, em resposta ao meu post anterior. Falando na alternativa à salvação, que é o inferno, diz o Pedro.
No primeiro caso, um método indirecto, através de acções. No segundo caso, uma mensagem directa e objectiva, que não deixa de ser a verdade crua.
Quando falo de métodos, refiro-me a "meios", "formas", instrumentos de evangelização e não à mensagem em si. Basicamente, a reflexão que queria trazer era esta: se devemos ir directamente ter com as pessoas, de forma proselitista, ou se devemos esperar que vejam em nós e que venham ter connosco? Será a distribuição directa de panfletos, ou o bater de porta em porta, o método mais aprovado? Que métodos usou o Senhor?

7.10.08

Faço esta pergunta: Que métodos usou Jesus e os seus discípulos para anunciar a Salvação aos homens?

Gostava que cada leitor me indicasse apenas 1 método, de preferência não repetido com outro que possa ter sido já mencionado por outro participante.

Agradeço a colaboração.

2.10.08

aqueles que são do nosso espírito

Hoje fui almoçar com uma amiga do coração...e é tão bom desanuviar assim a meio de um dia de trabalho.

27.9.08

Como se encontra Deus?

Alguém me diz num "post" abaixo:

x

"Procurei a fé. Não a encontrei. Deus abandonou-nos". x

Imagino que um ateu seja mais feliz do que alguém que fala assim. Julgo que este seja o pior dos estados em relação à fé.
x
Um ateu não espera nada de Deus porque não acredita n'Ele, não tem qualquer expectativa em relação à sua existência. Agora, alguém que acredita em Deus e que não O encontra, viverá concerteza angustiado...pelo sentimento de abandono.
x
E o problema é que quem vive este sentimento tenderá a sentir-se vitimizado e terá dificuldades em libertar-se do conforto da "vitimização".
x x Não existe um mapa que nos mostre o caminho até Deus, o segredo está simplesmente no espírito de contrição e de humildade, de quem O procura...
X
Um homem que procure Deus na qualidade de sua vítima e dos males deste mundo, está no caminho errado...porque no fim desse caminho ele não está simplesmente lá.
X
Deus habita num lugar de restauração e de reconciliação. Há portanto que seguir logo à partida com vontade de mudança, procurar Deus só por Deus e não apenas em busca de respostas.
x
x
Quem O encontra é quem descobre que a sua infelicidade é pura responsabilidade sua, pelo facto de ter ele próprio abandonado Deus. É aquele que O procura verdadeiramente arrependido, sem arrogância, sem ressentimentos e com o puro desejo de O servir, de fazer a Sua vontade, de O amar e de ser amado por Ele...esse descobre a verdadeira felicidade e o Amor de Deus.
x
Como podemos afirmar que Deus nos abandonou, quando até o seu Filho nos enviou...a quem acabámos por matar, sem ter feito mal nenhum?
xx
x
Termino assim:
«Bem-aventurados os puros de coração, porque estes verão a Deus» (Mateus 5, 8).
x
Dedico esta música a quem sente assim:
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21.9.08

Partículas? Longe, frio, muito frio

Enquanto o homem labuta na construção megalónoma de máquinas, na incessante busca de uma partícula que seja, de Deus, Ele espera na sua infinita misericórdia e longaminidade, apenas pelas nossas mãos e olhos erguidos para cima, para descer por inteiro até nós...

14.9.08

Fashion victim

Tenho andado a tentar fazer ver à minha filhota de 7 anos que há coisas muito mais importantes e interessantes do que as modas, as pinturas, as pulseirinhas, etc...que já lhe ocupam uma boa parte do cérebro... E eu sei porquê, assim que entra na sala da escola, vejo as meninas concentradas a olhá-la de cima a baixo... e é o ritual que fazem com cada uma que entra...
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x Quando me dirijia para o trabalho, estava parada no semáforo, em frente ao CC Monumental e vejo a campanha de marketing do "Dolce Vita": "Adoro ser fashion victim"... enfim, anda uma mãe a batalhar e depois dá de caras com "outdoors" destes! :) Não há paciência...

10.9.08

"IRRESPONSABILIDADE PSEUDOMODERNA"

No seguimento do post anterior:
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"IRRESPONSABILIDADE PSEUDOMODERNA", artigo de João César das Neves, no DN de 2ª feira
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"O sr. primeiro-ministro introduziu recentemente no debate político nacional a questão de saber se "o casamento tem por objectivo a procriação". Num discurso classificou- -a como "uma frase pré-moderna" (...) (DN 12 de Julho). Por causa disso temos agora muitos jornalistas a perguntar, e muitas personalidades a pronunciarem-se, sobre este magno problema.Relativamente à substância do tema não há muito a dizer.
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No caso improvável de existir alguém de boa fé com dúvidas genuínas, pode afirmar-se que neste planeta nunca viveu ninguém que achasse que o casamento tinha como único objectivo a procriação.
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Trata-se de uma ideia tão abstrusa que não é pré-moderna. É aberrante. Tão aberrante como achar que o casamento não tem nada a ver com procriação.O casamento tem por objectivo a procriação, como tem por objectivo o amor conjugal, o prazer sexual, a administração doméstica, a continuidade genealógica, a satisfação económica e muitas outras coisas. É importante não absolutizar qualquer desses aspectos, como é importante não omitir nenhum.
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Uma comparação ajuda a compreender.Será que a refeição tem por objectivo o alimento? Quem reduza o almoço à simples necessidade nutritiva comete grande erro, ao esquecer o convívio social, a delícia culinária, o ritual de amizade.No entanto, nas orgias da Antiguidade havia a prática de os convivas vomitarem o que comiam para poderem voltar a encher a barriga. Assim, excluía-se da refeição a nutrição, reduzindo-a a simples meio de prazer e convívio.
Hoje reprovamos esse comportamento, mas achamos razoável banir a procriação do casamento.
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O sr. primeiro-ministro não reparou que o mal actual está na exclusão da procriação, não na sua exclusividade.O problema no entanto não é conceptual, mas político. A procriação hoje não constitui uma simples questão moral, mas é um elemento crucial da estratégia nacional. Por isso aquelas afirmações, mesmo envolvidas na refrega partidária, são determinantes.
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Foi no consulado de José Sócrates que, pela primeira vez no Portugal moderno, o número de óbitos ultrapassou o de nascimentos, em 2007. Assim, excluindo movimentos migratórios, a população nacional está em acelerada decadência. Este facto estrutural é, sem dúvida, o mais influente e crucial da situação actual.
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As suas consequências culturais, sociais, psicológicas, económicas, mesmo históricas e nacionais, serão enormes. Até naqueles temas mais mesquinhos, financeiros ou tecnológicos, que costumam preocupar o Governo, os impactos se sentirão.Todos conhecem bem o drama do financiamento da Segurança Social, que resulta directamente daqui.
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Mas há muito mais. Deve compreender-se que quando a população está em queda muito do que sabemos da sociedade muda de natureza e inverte a orientação. O que significa "crescimento económico" se a população cai? Valerá a pena fazer investimentos produtivos num mercado em contracção? Para quê novos aeroportos ou ferrovias com menos gente?Com a população a descer, o preço dos imóveis cairá por ausência de procura e o sector da construção terá de se reconverter para a demolição de casas crescentemente devolutas. Até a Bolsa terá dificuldade em subir num país em decadência. Os custos fixos ganham importância e o Orçamento do Estado aumenta o peso. Na agricultura abundam os baldios, faltam os braços para trabalhar, como as bocas para comer. Tudo tem de ser reconvertido para a desertificação: menos polícias e militares, com menos cidadãos para proteger; menos contribuintes, mas também menos fiscais de finanças.Este cenário não é inevitável.
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Mas daqui a umas décadas, se os nossos descendentes sentirem na pele os terríveis efeitos da degradação demográfica e queda da fertilidade, será difícil compreender a ligeireza e irresponsabilidade de um primeiro-ministro que hoje introduz assim o tema da procriação no debate político.Será difícil aceitar que não o faz por maldade, mas por simples inconsciência.Embora sejam a inconsciência e a ligeireza que criam o problema. "

9.9.08

Mensagem do PR

Parece-me muito correcta a mensagem do PR ao parlamento, sobre a nova Lei do Divórcio...não entendo porquê tanto borburinho:

http://www.presidencia.pt/?idc=10&idi=19017